sábado, 26 de fevereiro de 2011

Como a morte

Amar-te é o mesmo que flertar com a morte. Olhar nos teus olhos, é sentir o frio de uma manta invisível combrindo-me com incertezas sobre o infinito. Abandonar-me aos teus instintos é saber-me livre de um corpo limitado, é sentir meus preconceitos voarem em destino de delírios condenáveis. Beijar tua boca é não acreditar no fim, é buscar a continuidade infinita do espírito e aquecer a carne com crescentes suspiros. Amar-te é entender a liberdade, e não ter medo de precipícios.

3 comentários:

  1. amar é não ter medo das conseqüências....

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  2. Amar, amar e amar....Que venham todos os precipícios.

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  3. amar é encher o ego do outro.

    bj

    p.s: sofro sempre.

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